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Rumo
ao Centenário
- Notícias: 30 de julho a 5 de agosto de 2008
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Monumento
inaugurado em Duartina
O
centenário da imigração japonesa foi comemorado em
Duartina, interior de São Paulo, com a inauguração
de um monumento no Ecoparque Ciro Simão. Após o evento, a
prefeitura municipal e o Rotary Clube de Duartina ofereceram almoço
a cerca de 250 convidados. Na ocasião, foram homenageados os imigrantes
Noriko Inokuchi, Kotaro Takahashi, Hideo Tanaka, Kunio Horie, Masao Yanagiwara
e Yoshiake Mune. A Associação Nipo-Brasileira, representanda
pelo seu presidente, Yoshitake Masuyama, também foi homenageada.
O evento contou com a presença de vários ex-duartinenses e
foi uma oportunidade para o reencontro de amigos após décadas.
(Foto: Divulgação) |
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Personalidades
serão homenageadas pelo Gaimusho
Com o objetivo de comemorar o Ano do Intercâmbio Japão-Brasil
e o centenário da imigração, o governo japonês,
por meio do Ministério das Relações Exteriores (Gaimusho),
homenageará um total de 145 pessoas e entidades que contruibuem
para a amizade entre os dois países. Em abril, dez personalidades
foram homenageadas em Tóquio. Agora, no Brasil, os oito Consulados
do Japão e a Embaixada em Brasília farão suas cerimônias.
Em São Paulo, serão condecoradas 62 pessoas e 18 entidades.
Na lista, há japoneses e brasileiros nas várias áreas,
como política, economia, comunidade, esporte, arte e agricultura.
Teichi Haga, 92, ex-advogado da Jamic (Japan Migration Company), e da
Companhia Colonizadora Bratac. A cerimônia de homenagem ocorre no
dia 1º de agosto, a partir das 15 horas, no Grande Auditório
da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
(Bunkyo).
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O Japão
de Pierre Verger é lançado em São Paulo
No dia 30 de julho, a Fundação Pierre Verger e a Companhia
Editora Nacional lançaram o livro O Japão de Pierre Verger,
com organização de Raul Lody. Pierre Verger começou
a fotografar em 1932, quando iniciou uma série de viagens ao redor
do mundo, iniciando pela Oceania e Ásia e terminando no Brasil
em 1946. Verger permaneceu no Japão por um mês, registrando
instantâneos do cotidiano rural e urbano das regiões de Tóquio,
Quioto, Nara, Oshima, em um Japão que se modernizava mantendo a
tradição. Com 134 fotografias, a edição é
bilíngüe (português-japonês), com tradução
de Wataru Kikuchi, professor de língua japonesa da Faculdade de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São
Paulo (FFLCH-USP).
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