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Tempo de reconstrução
Era Showa – parte 2
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“Política com correção”
Era Meiji – parte 6
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Os revolucionários e a queda do xogunato Tokugawa
Era Edo – Parte 6
Popularização de algumas formas de arte
Era Edo – Parte 5
As três fases culturais
Era Edo – Parte 4
Os grandes impérios do Ocidente invadem o Oriente
Era Edo – Parte 3
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Proibição do cristianismo e fechamento dos portos
Era Edo – Parte 1
O início do isolamento japonês
Era Azuchi-Momoyama
– (Parte 4)

As mulheres que viveram na era das guerras
Era Azuchi-Momoyama
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Batalha de Sekigahara
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Nanban Bôeki
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Era Heian (Parte 2)
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Era Heian (Parte 1)
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Era Nara - Parte 2
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Príncipe Shôtoku
Era Asuka: Um período importante para a arte e cultura
Tumbas: símbolos de poder
Rainha Himiko
Desenvolvimento japonês
A criação do mundo segundo a mitologia japonesa
O Alvorecer do Japão
Cronologia: As eras no Japão
• Era Kofun
Tumbas: símbolos de poder

A Era Kofun ganhou esse nome em virtude das grandes tumbas antigas do final da Era Yayoi. Elas estão em Quioto, Nara, Osaka, Okayama, Shimane, Fukuoka, etc. Como mencionado no capítulo anterior, sabe-se que a rainha Himiko governou a nação Yamatai mantendo intenso intercâmbio com a China. A Era Kofun inicia-se depois desse episódio.

A cultura transmitida pelos migrantes (torai-jin)
A chave para a construção das gigantescas tumbas reside nos migrantes (torai-jin) que chegaram ao arquipélago japonês pela península coreana. Acolhidos quando a península coreana estava em guerra, os migrantes, que receberam cargos de elite na corte de Yamato, transmitiram a tecnologia da construção de tumbas e também de grandes templos, além de técnicas de forjadura, de sericultura, de tecelagem, de cerâmica e outras.

Esse movimento migratório data desde a época da mudança da Era Jomon para Yayoi, quando muitos migrantes chegaram ao Japão. Atualmente, a teoria predominante da origem do povo japonês é de que ele surgiu da miscigenação do homem Jomon com os migrantes.

A corte de Yamato
Poderosos clãs construíam tumbas já por volta do século V, principalmente os clãs da região de Yamato. O governo era liderado pelo imperador e dividia as funções administrativas, instituindo o sistema de uji (grupo de pessoas da mesma linhagem) e de kabane (hierarquia dos clãs regionais que serviam à corte). Os clãs regionais forneciam produtos da terra à corte. Os grupos de uji cultuavam os seus deuses, tinham suas propriedades, controlavam o seu povo e serviam à corte.

Na hierarquia, existia o equivalente à pária (camada mais baixa do sistema de castas da Índia). Eram os nuhi, da corte e dos templos, homens e mulheres escravos vendidos livremente.

No final do século IV, a corte de Yamato expandiu seu território até a região de Kara (sul da península coreana), alcançando poder militar suficiente para guerrear contra nações coreanas como Kokuri e Shiragi, aliando-se a Kudara.


Diversos formatos das tumbas antigas
Objeto de terracota encontrado no interior das tumbas

Casa reproduzida em terracota

Homem comanda trabalhadores na construção dos grandes túmulos
 
Tumba Daisen
A tumba Daisen, do imperador Nintoku, em Osaka, é a maior do mundo, com 475 metros. Supondo que 6.800 mil pessoas tenham trabalhado na construção do túmulo, mobilizando 2 mil pessoas por dia, a obra levaria quinze anos para ser concluída. O montante gasto é calculado em 79.600 bilhões de ienes. Mesmo com a atual tecnologia, seriam necessárias 29 mil pessoas, dois anos e seis meses, com o custo total de 2 bilhões de ienes.

Torai-jin
O imperador Akihito, durante pronunciamento de abertura da Copa do Mundo de Futebol Japão–Coréia, em 2002, disse que a mãe do imperador Kanmu (737-806) era torai-jin (migrante).

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